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Sogro Malvado

minha excessiva fragilidade,  falta de experiência ,  e também,  expediente para com a vida, levou-me , contra gosto, a  trocar moedas com  um monstro”

Meu futuro sogro violou as cartas que eu receberia de Norma e, descobriu o meu triste segredo, para meu maior infortúnio. Nessa mesma semana, Lúcio, o meu noivo, havia viajado novamente para a Hungria, a fim de resolver negócios muito importantes. Na segunda noite, desde a sua partida, eu já me arrumava para dormir, quando ouvi o tilintar de chave na porta do quarto, não me importei, achei normal. Fechei as cortinas da janela, e fui para a cama. Dormi como um anjo, ou quase…

Acordei, ainda era noite; e o que vi, fez-me fingir continuar a dormir; senti algo duro e quente sendo prensado nas minhas nádegas, e estava muito úmido; De relance abri meus olhos e vi de perfil, embora estivesse tão escuro o aposento; uma figura estranha, mas era um homem, e tinha barba grossa e farta e uma enorme mão peluda que apalpava um de meus seios… De tanto susto que levei, perdi minhas forças e, sem coragem de me anunciar, continuei fingir que dormia…

Senti suas mão sob o tecido de minha camisola e, agora sobre a minha pele; introduzira seus dois dedos dentro de meu sexo. Rapidamente me virei um pouco, abri meus olhos e vi algo enorme feito uma cobra cabeçuda, porém duro como um pedaço de pau.  — Oh! Céus que será de mim? — pensei comigo mesma . Fechei os olhos de súbito; e aquelas mãos me despiram a camisola! Talvez o homem pensasse que eu dormia; suas mãos ladinas seguravam os meus seios e logo sua boca tomava os bicos de meus seios e o sugava, lambia, mamava como um bebe; enquanto me sugava os bicos dos seios, suas mãos trabalhavam em meu sexo.

Pensei em abrir meus olhos, e quem sabe, despertar daquele pesadelo horrível. Mas não era um pesadelo infernal e, sim, o meu sogro quarenta anos mais velho que eu, sobre o meu corpo!

Oh! Que é isso?! Tentei me esquivar, dando-lhe chutes e pontapés, mas o biltre era mais forte que eu…

—Minha querida, não te assustes com seu amável sogro…

—Ah! — Gritei com todas as minhas forças.

—Querida, gritar não vai lhe ajudar! Não há mais ninguém na casa, além de nós dois…

—Pare com isso!

—Fique tranqüila; pois, seu segredo estará guardado comigo, se fores amável.

—Meu segredo? —enquanto isso eu lutava com todas as minhas forças…

—Sim!

—Qual?Não tenho segredos!

—Tem sim, doce anjo de lábios vermelhos…O de que não tens mais honra!

— Não é verdade, como ousas! Saia de cima de mim…ou…

— Acabei de constatar agora, quando introduzi meu dedo na sua bocetinha pequenina e, além disso, tenho as cartas de sua amiga Norma em minhas posses.

—Oh! Que pesadelo, esse meu…

—Pois, para mim, é um sonho! Um sonho que não quero acordar!

 

Naquela maldita noite, trocamos moedas e, senti o pau de meu sogro —denominação que ele empregou ao seu sexo — biltre monstruoso, dentro de mim. Meteu seu pau em minha vulva; deu várias estocadas no meu sexo até que conseguisse o clímax e, o seu gozo jorrou inundando meu cálice — o que ele voluptuoso chamava bocetinha.

           Durante uma semana, a que meu noivo estivera fora de casa, seu pai dormia comigo todas as noites.

           Lembro-me do dia que violou meu ânus — carinhosamente chamado por ele, de cuzinho rosinha —, fez-me gemer muito alto, tamanha a dor que eu sentia; meteu em mim como um garanhão o faz em potrancas, e depois me fez cavalgar no seu pau, como eu fosse uma amazona.

— Rebola criança! — Ele me dizia; e eu o obedecia; e o resultado, logo seu gozo jorrava dentro de meu cuzinho.

— Estou com fome — ele dizia; Então me fazia abrir as pernas e, então metia a língua no fundo de minha boceta pra coletar todo meu mel e, saciado o seu desejo no palato, era vez de saciar a fome de seu sexo, e estocava em minha boceta até que seu gozo novamente jorrasse dentro de mim.

No dia seguinte, pediu que eu lhe chupasse a espada; fiquei perplexa e não entendi tamanha loucura; então, mediante ao meu espanto, tranqüilizou-me ao mostrar qual a espada que ele se referira — sua cobra agora tão dura feito um  pau . Pôs-me de quatro e sobre a cama, segurou minha basta cabeleira loura, amarrada num rabo de cavalo e obrigou-me lamber cada centímetro e extremidade do seu pau; quando eu achei que estava livre daquele tormento, ele bruscamente meteu todo membro dentro de minha boca, e, rebolava freneticamente; e à medida que, prensava a cabeça do membro na minha boca, acelerava mais e mais as estocadas, prensando o pênis contra a minha língua. Foi um momento horrível para mim, talvez eu preferisse morrer que estar ali, mas por que não lutar e mudar minha condição mediante aquele biltre tirano! Eu quase não tinha mais estomago para continuar com aquilo tudo, até que ele gozou…  Gozou inundando minha boca de seu liquido adocicado e amargo, mas para mim podre.  

Depois do sexo, ele se retirava de meu quarto — Graças aos céus — mas prometendo retornar na noite seguinte.